Foto vencedora do Concurso da Nasa " Lua do Espaço"
Nave movida a água barateia viagem a Marte em 100 vezes
Redação do Site Inovação Tecnológica - 28/03/2011
Nasa afirma ter encontrado fóssil de vida "ET" em meteorito
SABINE RIGHETTI
A equipe de astrobiologia da Nasa está de novo chamando atenção da comunidade científica. Desta vez, um cientista diz ter encontrado evidências de bactérias extraterrestres fossilizadas em três meteoritos que atingiram a Terra.
CONTROVÉRSIA
Vídeos Grátis sobre Astronomia
Veja uma lista de vídeos de astronomia para baixar gratuitamente no site
xXx = Mega Documentários = xXx
http://megadocumentarios.blogspot.com/search/label/Astronomia
Eram os Deuses Astronautas
Eich Von Daniken fez este filme e afirma que nossa civilização foi concebida por seres vindos de outros planetas e mostra as provas deste fato.
Faça o Downlod gratis deste filme no link abaixo.
http://megadocumentarios.blogspot.com/2008/11/eram-os-deuses-astronautas.html
SETI busca vida extraterrestre em novos planetas
Rádio-astrônomos escanearam novos alvos encontrados pelo telescópio Kepler em busca de sinais de vida avançada.
O projeto SETI analisa estrelas em busca de ondas de rádio ou luz óptica produzidas artificialmente.
A análise do telescópio Kepler pode auxiliar na busca por vida extraterrestre ao identificar as estrelas com maior probabilidade de abrigarplanetas.
Tem sido um período bastante agitado para quem vasculha o universoatrás de sinais de vida. O projeto internacional SETI (sigla em inglês para Busca de Inteligência Extraterrestre) iniciou suas atividades há 50 anos, analisando as ondas de rádio provenientes de duas estrelas similares ao nosso Sol, chamadas Tau Ceti e Epsilon Eridani.
O Telescópio Kepler, da NASA, enviou rica seleção de alvos em potencial. Até agora, os cientistas encontraram 1.253 estrelas que podem ter planetas orbitando ao seu redor, das quais 55 incluem corpos celestesque parecerem estar em zonas favoráveis à vida.
"É um novo jogo. Agora podemos apontar nossos telescópios para onde sabemos que existem planetas que podem ser habitáveis, em vez de apontar para suas estrelas. É empolgante”, afirma Jill Tarter, diretora de pesquisa do Instituto SETI, ao Discovery Notícias.
A equipe de Tarter já analisou os alvos primários do telescópio em busca de ondas de rádio geradas artificialmente, o que seria uma evidência de uma civilização tecnologicamente avançada passada ou atual. Ainda não há sinais de vida extraterrestre, mas os pesquisadores estão longe de desanimar.
Extrapolando os dados do Kepler, que foram obtidos em um minúsculo segmento da galáxia, os cientistas calculam que existam cerca de 50 bilhões de planetas na Via Láctea, dos quais 500 milhões podem ser habitáveis. Isso significa que estão a uma distância suficiente da estrela-mãe para que a água líquida se acumule na superfície do planeta. Acredita-se que a água seja o ingrediente essencial para o surgimento da vida.
Além de analisar alvos prováveis, o telescópio Kepler pode auxiliar na busca por vida extraterrestre ao identificar as estrelas com maior probabilidade de abrigar planetas.
"Se descobrirmos que as estrelas do tipo G de uma determinada idade têm maior probabilidade de ter estes tipos de planetas, isso mudaria nossa abordagem”, afirmou Seth Shostakm, astrônomo da SETI, aoDiscovery Notícias.
"O ponto principal é que a fração de estrelas que podem conter um ‘primo’ da Terra, por assim dizer, parece ser da ordem de 5%, talvez 3% ou 10%, algo nesta variação. É uma boa notícia, já que poderia ser uma estrela em 10 mil, em 100 mil e até em um milhão, mas não é”, explicou.
"Isso significa que se houver 100 sistemas estelares, pode-se ter alguma esperança de que alguns destes mundos sejam favoráveis à vida. Mesmo que isso não mude muito a estratégia, há mais chances de sucesso”, destacou Shostak.
Operação amassa latas

Operação amassa latas
Coloque uma lata de refrigerante no chão, em posição vertical e, em seguida, pise sobre ela.
Mas não um pisão desajeitado - aplique o peso progressivamente, de forma absolutamente programada, de modo a ver exatamente quando a lata começa a ondular e finalmente colapsa.
É mais ou menos isto o que uma equipe de engenheiros da NASA está se preparando para fazer neste mês de Março.
Com a diferença de que, em vez de uma lata de refrigerantes, eles vão usar um imenso tanque de combustível de foguete, feito de uma liga de alumínio e lítio. E, em vez de um pé, será empregada uma gigantesca prensa hidráulica.
Espera-se, com os resultados deste novo teste destrutivo, uma economia de material da ordem de 20% em termos de peso no projeto dos futuros foguetes.
Foguetes mais leves
O objetivo é descobrir a resistência exata da
estrutura, o que permitirá que os engenheiros construam as peças do foguete o mais finas possível, de modo a reduzir o peso do veículo e, por conseguinte, aumentar sua capacidade de levar carga útil.
Testes semelhantes já foram feitos no passado, durante os preparativos da missão Apolo.
Mas a NASA achou que era hora de atualizar os dados de seus modelos, de forma a levar em conta os materiais muito mais leves e resistentes usados atualmente.
Espera-se, com os resultados deste novo teste destrutivo, uma economia de material da ordem de 20% em termos de peso no projeto dos futuros foguetes.
Encontrados dois planetas na mesma órbita !
Algumas pesquisas são divulgadas com alarde excessivo, enquanto outras parecem pecar pela modéstia.
Uma bactéria vivendo à base de arsênio e um computador do tamanho da ponta de uma agulhasão exemplos claros do primeiro caso, apenas para ficar nos mais recentes.
Mas agora parece estarmos frente a frente com o caso oposto - muito mais bem-vindo.
Objetos de interesse do Kepler
A primeira divulgação dos dados científicos do Telescópio Espacial Kepler privilegiou o anúncio de umsistema planetário com seis planetas.
Na ocasião, deu-se menos importância para o fato de que os dados revelavam nada menos do que54 planetas na zona habitável, com potencial para abrigar formas de vida mais parecidas com a nossa.
E deve haver muitas outras preciosidades mais ao fundo do baú de descobertas impressionantes que o Kepler fez apenas em sua primeira campanha.
O exemplo mais recente chama-se KOI-730 - onde KOI é uma sigla para Kepler Object of Interest, um objeto celesteinteressante flagrado pelo telescópio.
E o fato de este ser o número 730 parece ser mais uma indicação de que ainda há muitas coisas ainda a serem reveladas.
Dois planetas na mesma órbita
Mas o importante é que o KOI-730 parece ter dois planetas na mesma órbita, algo completamente inesperado.
Se esta descoberta for confirmada por futuras observações mais detalhadas, ela poderá dar sustentação a uma teoria sobre a origem da nossa Lua.
Acredita-se que os planetas se formem pela coalescência de um disco de poeira cósmica que resta ao redor de uma estrela recém-formada - veja Astrônomos podem ter detectado nascimento de planeta.
A teoria não coloca qualquer empecilho a que se formem dois planetas na mesma órbita. Isto pode ser possível graças aos chamados Pontos de Lagrange - o próprio Telescópio Kepler está em um destes.
Quando um corpo celeste orbita outro maior - como um planeta ao redor de uma estrela - há dois Pontos de Lagrange ao longo da órbita do planeta, onde um outro corpo pode orbitar a estrela de forma estável.
Esses dois pontos ficam localizados 60 graus à frente e 60 graus atrás do planeta.
Exatamente o que os dados indicam para o KOI-730, um sistema com quatro planetas, dois dos quais orbitam a estrela a cada 9,8 dias, um exatamente 60 graus à frente do outro.
Nascimento da Lua
Além do ineditismo, a descoberta pode dar sustentação à teoria que tenta explicar o nascimento da Lua.
Segundo essa teoria, a Terra teria compartilhado a órbita com outro planeta do tamanho de Marte, um hipotético planeta conhecido como Théia.
Em algum momento, por algum motivo, os dois se chocaram - e os modelos indicam que o choque deveria ter sido em baixa velocidade, o que é condizente com dois planetas compartilhando a mesma órbita.
Uma parte dos destroços desse choque planetário teria formado a Lua - veja Duas sondas gêmeas, um planeta desaparecido e a origem da Lua.
Mas será que os dois planetas do KOI-730 poderiam se chocar para formar uma exolua? É possível, afirmam os cientistas em seu artigo, mas os dados indicam que o sistema ficará estável por 2,2 milhões de anos.
Meteoritos podem ter semeado vida na Terra
A vida na Terra teve origem fora dela?
Esta é uma hipótese cada vez mais em voga, chamada panspermia.
Agora, um grupo de pesquisadores dos Estados Unidos descobriu indícios da emissão de nitrogênio por um meteorito primitivo.
O nitrogênio é elemento químico fundamental para a vida, encontrado em todos os organismos terrestres.
Nitrogênio extraterrestre
Sandra Pizzarello e seus colegas da Universidade do Estado do Arizona analisaram um meteorito que contém carbono e que foi encontrado na Antártica.
Para determinar a composição molecular de compostos insolúveis encontrados no meteorito, o grupo coletou amostras que foram tratadas com água em altas temperatura e pressão.
A massa dos componentes resultantes foi analisada e os cientistas verificaram que a água no entorno emitia amônia (NH4) - um precursor importante para moléculas biológicas complexas, como aminoácidos e DNA.
Os pesquisadores analisaram os átomos de nitrogênio na amônia e determinaram que os isótopos atômicos não se encaixavam com os encontrados atualmente na Terra, descartando a possibilidade de que a amônia pudesse ter sido resultado de contaminação durante o experimento.
Origem da vida na Terra
Estudos têm tentado sem sucesso identificar a origem da amônia responsável por desencadear a formação das primeiras biomoléculas na Terra.
A nova pesquisa sugere que os meteoritos, que carregam com eles registros da química nos primórdios do Sistema Solar, podem ter semeado a Terra com os precursores moleculares da vida.



