2012 pode ser o fim de todos nós!

O filme conta uma história que se refere a uma lenda da cultura Maia que afirma que a terra, como a gente conhece, terá um fim no ano de 2012. A teoria revela que o fim da terra começa com o alinhamento planetário e uma inversão dos pólos da Terra após um grande tsunami. Após isto o caos se instala e o planeta terra começa a se tornar inabitável.
Nunca antes na história uma data foi tão significante para tantas culturas, tantas religiões, cientistas e governos. 2012 é uma aventura épica sobre um cataclismo global que traz o fim do mundo e conta a heróica luta dos sobreviventes.
O projeto "Céu Aberto - O Universo Exposto" acontece no Sesc São José dos Campos

Uma exposição aberta nesta quinta-feira, 9, em São José dos Campos, oferece ricas informações sobre astronomia. Intitulado “Céu Aberto - O Universo Exposto”, o projeto busca ampliar o interesse pela cultura científica em crianças e jovens, além de disseminar a importância do trabalho científico entre eles.
O projeto, que acontece na unidade Sesc da cidade, é inspirado no “Ano Internacional da Astronomia”, que comemora os quatro séculos que separam o atual estágio da ciência astronômica das primeiras observações telescópicas do céu feitas por Galileu Galilei.
O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) é parceiro no evento e apresentará uma série de palestras, oficinas, vivências, passeios turísticos e apresentações artísticas.
Até o mês de outubro, serão várias palestras, exposições, sessões de observação e até uma viagem astronômica. As ações buscam unir a sociedade em torno de uma análise sobre os mistérios que ainda cercam o universo e os avanços científicos já realizados no sentido de compreender a existência do universo.
Veja as atrações programadas para o mês de julho:
Planetário Móvel (demonstração)
Espécie de cúpula prateada que reproduz o céu noturno e ensina noções básicas de astronomia, por meio da simulação de movimentos.
De 28 de julho a 2 de agosto
Horário: de terça a sexta, às 14, 15, 16, 17, 19 e 20 horas. Sábados e domingos, às 10, 11, 14, 15, 16 e 17 horas
Preço: de R$ 1 a R$ 4
Olhando o céu da pré-história (exposição)
Traça um panorama da pesquisa arqueoastronômica no país e apresenta o céu a partir da perspectiva de sociedades antigas, reunindo aspectos da arqueologia e astronomia.
De: 9 a 31 de julho
De terça a domingo, 13 às 22 horas, na área de exposições
Entrada gratuita
A Astronomia no Infravermelho (palestra)
A palestra gratuita será ministrada pelo Dr. Francisco José Jablonski, que vai abordar a região do infravermelho no espectro eletromagnético, apresentando o que não se pode ver com a luz comum em um universo mais frio e transparente.
Dia 14, às 19h30, no auditório
As inscrições devem ser feitas antecipadamente, na Central de Atendimento Sesc.
Observações remotas (demonstração)
Atividade onde o observador não precisa estar presente no local onde se encontram o telescópio e a câmera astronômica. A sessão será conduzida por um profissional do INPE na Internet Livre e já aconteceu no último dia 7, devendo ser repetida nos dias 14 de julho, 4 e 11 de agosto, às 21 horas.
São 40 vagas disponíveis e as inscrições devem ser feitas na Internet Livre.
Astrônomos americanos descobrem supernova de 11 bilhões de anos

Um grupo de astrônomos americanos descobriu as mais distantes supernovas já observadas: explosões de estrelas gigantes que ocorreram há 11 bilhões de anos, segundo um estudo publicado nesta quarta-feira na revista científica britânica Nature.
Para conseguir identificar estas explosões de estrelas muito grandes (entre 50 e 100 vezes a massa do Sol) no final de sua vida, Jeff Cooke e seus colegas da Universidade da Califórnia (Estados Unidos) utilizaram uma nova técnica que pode contribuir para a descoberta de outras estrelas mortas nos confins do universo.
Estas supernovas ocorreram há 11 bilhões de anos (tempo necessário para que a luz produzida por estas gigantescas explosões chegue até nós) quando o universo tinha apenas 2,7 bilhões de anos. Os astrônomos californianos detectaram as supernovas ao comparar imagens de um mesmo setor de céu obtidas entre 2003 e 2006, em busca de galáxias que se tornaram mais brilhantes, sinal que pode indicar a enorme quantidade de energia liberada por uma supernova.
Para aumentar a luminosidade de cada detalhe na tela do computador, Jeff Cooke teve a ideia de superpor as imagens captadas durante toda a temporada de observação e compará-las às imagens superpostas dos outros anos. "É como se faz para aumentar a duração da abertura do obturador na fotografia: uma pose mais longa permite coletar mais luz", explicou o astrônomo em um comunicado.
Novas observações com o telescópio Keck, instalado no Havaí, permitiram confirmar que os rastros luminosos deixados pelas "candidatas" eram compatíveis com uma supernova - as supernovas deixam rastros de matéria detectáveis até cinco anos depois da explosão. Quando uma estrela gigante que chega ao fim de sua vida consumiu todo o seu combustível, se expande e se contrai, provocando uma enorme onda de choque que expulsa sua camada superficial para o meio interestelar. A estrela começa então a brilhar intensamente, mas se apagará de vez em breve.
As supernovas enriquecem o universo com elementos químicos que contribuirão para a formação de novas estrelas e planetas. Os cientistas esperam que o estudo das primeiras supernovas ajudem a entender melhor a formação e a evolução das galáxiasCientista estima que exista vida inteligente em 38 mil planetas

Vida inteligente poderia existir em outros sistemas solares
Há civilizações inteligentes fora da Terra e elas poderiam estar presentes em até quase 40 mil planetas, segundo novos cálculos feitos por Duncan Forgan, um astrofísico da Universidade de Edimburgo, na Escócia.
A descoberta de mais de 330 planetas fora de nosso sistema solar nos últimos anos, ajudou a redefinir o provável número de planetas habitados por alguma forma de vida, segundo um artigo de Forgan publicado na revista especializada International Journal of Astrobiology.
As atuais pesquisas estimam que haja pelo menos 361 civilizações inteligentes em nossa galáxia, e possivelmente 38 mil fora dela.
Mesmo que haja quase 40 mil planetas com vida, no entanto, é muito pouco provável que seja estabelecido qualquer contato com vida alienígena.
Pesquisadores apresentam estimativas de vida inteligente fora da Terra com frequência, mas é um processo quase que de adivinhação - estimativas recentes variam entre um milhão e menos de um planeta com alguma forma de vida.
"É um processo para quantificar nossa ignorância", disse Forgan.
Simulações
Em seu artigo, Forgan conta que criou uma simulação de uma galáxia parecida com a nossa, permitindo que ela desenvolva sistemas solares baseados no que se conhece a partir da existência dos planetas fora do nosso sistema solar - os chamados exoplanetas.
Esses mundos alienígenas simulados foram então submetidos a três cenários diferentes.
O primeiro cenário parte da premissa de que o surgimento da vida é difícil, mas sua evolução é fácil. Neste caso, haveria 361 civilizações inteligentes na galáxia.
O segundo parte do princípio de que a vida pode surgir facilmente, mas sua evolução para vida inteligente seria difícil. Nessas condições, a estimativa é de que haveria 31.513 outros planetas com alguma forma de vida.
O terceiro caso examina a possibilidade de que a vida poderia ter passado de um planeta para outro durante colisões de asteroides - uma teoria popular de como a vida surgiu na Terra.
Neste caso, a estimativa é de que haveria 37.964 civilizações inteligentes.
Suposições
Se, por um lado, a descoberta de novos planetas distantes e desconhecidos pode ajudar em uma estimativa mais precisa sobre o número de planetas semelhantes à Terra, algumas variáveis nesses cálculos continuarão sendo meras suposições.
Por exemplo, o tempo entre a formação de um planeta e o surgimento das primeiras formas de vida, ou deste momento até a existência de vida inteligente, são grandes variáveis em uma suposição geral.
Nesses casos, afirma Forgan, teremos que continuar partindo do princípio de que a Terra não é uma exceção.
"É importante nos darmos conta de que o quadro que construímos ainda está incompleto", disse o astrofísico.
"Mesmo que existam formas de vida alienígenas, nós não necessariamente conseguiremos fazer contato com elas, e não temos nenhuma ideia de sua forma."
"A vida em outros planetas pode ser tão variada como na Terra e não podemos prever como são as formas de vida inteligente de outros planetas, ou como elas se comportam", conclui.
Vida inteligente poderia existir em outros sistemas solares
Há civilizações inteligentes fora da Terra e elas poderiam estar presentes em até quase 40 mil planetas, segundo novos cálculos feitos por Duncan Forgan, um astrofísico da Universidade de Edimburgo, na Escócia.
A descoberta de mais de 330 planetas fora de nosso sistema solar nos últimos anos, ajudou a redefinir o provável número de planetas habitados por alguma forma de vida, segundo um artigo de Forgan publicado na revista especializada International Journal of Astrobiology.
As atuais pesquisas estimam que haja pelo menos 361 civilizações inteligentes em nossa galáxia, e possivelmente 38 mil fora dela.
Mesmo que haja quase 40 mil planetas com vida, no entanto, é muito pouco provável que seja estabelecido qualquer contato com vida alienígena.
Pesquisadores apresentam estimativas de vida inteligente fora da Terra com frequência, mas é um processo quase que de adivinhação - estimativas recentes variam entre um milhão e menos de um planeta com alguma forma de vida.
"É um processo para quantificar nossa ignorância", disse Forgan.
Simulações
Em seu artigo, Forgan conta que criou uma simulação de uma galáxia parecida com a nossa, permitindo que ela desenvolva sistemas solares baseados no que se conhece a partir da existência dos planetas fora do nosso sistema solar - os chamados exoplanetas.
Esses mundos alienígenas simulados foram então submetidos a três cenários diferentes.
O primeiro cenário parte da premissa de que o surgimento da vida é difícil, mas sua evolução é fácil. Neste caso, haveria 361 civilizações inteligentes na galáxia.
O segundo parte do princípio de que a vida pode surgir facilmente, mas sua evolução para vida inteligente seria difícil. Nessas condições, a estimativa é de que haveria 31.513 outros planetas com alguma forma de vida.
O terceiro caso examina a possibilidade de que a vida poderia ter passado de um planeta para outro durante colisões de asteroides - uma teoria popular de como a vida surgiu na Terra.
Neste caso, a estimativa é de que haveria 37.964 civilizações inteligentes.
Suposições
Se, por um lado, a descoberta de novos planetas distantes e desconhecidos pode ajudar em uma estimativa mais precisa sobre o número de planetas semelhantes à Terra, algumas variáveis nesses cálculos continuarão sendo meras suposições.
Por exemplo, o tempo entre a formação de um planeta e o surgimento das primeiras formas de vida, ou deste momento até a existência de vida inteligente, são grandes variáveis em uma suposição geral.
Nesses casos, afirma Forgan, teremos que continuar partindo do princípio de que a Terra não é uma exceção.
"É importante nos darmos conta de que o quadro que construímos ainda está incompleto", disse o astrofísico.
"Mesmo que existam formas de vida alienígenas, nós não necessariamente conseguiremos fazer contato com elas, e não temos nenhuma ideia de sua forma."
"A vida em outros planetas pode ser tão variada como na Terra e não podemos prever como são as formas de vida inteligente de outros planetas, ou como elas se comportam", conclui.

